A
história
de São Paulo oficialmente começou no 25 de janeiro de 1554, quando um grupo de
jesuítas
celebraram a primeira missa no lugar do atual Pátio do Colégio, no
centro histórico
(veja também
origem e fundação de São Paulo).
No calendário dos santos da igreja católica, o dia
25 de janeiro
é o dia da festa da conversão do
Saulo, perseguidor de cristãos, em apóstolo
Paulo.
Até 300 anos após da sua fundação, São Paulo contava com apenas 15.000 habitantes, principalmente conquistadores portugueses e
escravos africanos.
Após a abolição da escravatura no final do século 19, este número aumentou para 240.000, em função da
imigração européia, asiática e árabe.
Somente durante os últimos 100 anos, a população de São Paulo explodiu para 11 milhões de pessoas (19 milhões em Grande São Paulo)
tornando-se a maior metrópole no hemisfério sul.
São Paulo, hoje é considerada a Nova Yorque da América Latina.
Em nenhum outro lugar encontram-se mais grupos étnicos independentes do que aqui.
O bairro japonês Liberdade, onde as placas das ruas são escritas em japonês,
a pequena Itália Bela Vista (Bixiga) e o Bazar no Bom Retiro, onde judeus, islâmicos
e comerciantes cristão moram lado a lado em paz, como se nunca tivesse existido crise
no Oriente Médio, são exemplos destas comunidades independentes.
Pode-se discutir se São Paulo é bonito ou não. De qualquer forma, é internacional em cores,
cheiros e mais de 30 línguas. Provavelmente essa seja a razão pela qual 80% dos paulistanos
amam seu
Sampa.
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