A agricultura caiçara está baseada no sistema de
coivara, uma herança dos índios.
Nesta técnica auto - sutentável, uma parte da mata é derrubada e queimada para um plantio de três anos.
Depois, a área repousa entre 3 e 10 anos, antes de ser usada de novo.
Common crop species são a mandioca doce e amarga, o feijão, o milho, o arroz, a cana e bananas.
Outras atividades de subsistência são a caça (com armas, cachoros e armadilhas) e a pesca (com rods, redes e armadilhas).
A presa se compõem de agoutis, armadillos, coati, capybara e peccary entre os mamíferos e
tinamou, black-fronted piping-guan e toucans entre as aves.
Para obter os melhores resultados, as atividades agrículas, a caça e a pesca estão planejados conforme um próprio calendário caiçara que se basea
nas diferentes fases da lua.
A cultura caiçara está ameaçada pela especulação imobiliária e a pesca predatória.
Este processo está facilitado tanto pelo elevado grau de analfabetismo, falta de educação e informação
como também pela falta de união e organização entre eles.
Este comportamento está motivado desde questões fundiárias, interpessoais e religiosas até a falta de meios de comunicação
como telefone ou correios.
A existência da cultura caiçara vai depender do fornecimento de serviços básicos de saúde, educação,
transporte marítimo coletivo, luz, saneamento básico e alternativas de renda como por exemplo o ecoturismo.
Você pode contribuir para a sobrevivência deles em forma de uma visita em uma das vilas caiçaras em
Superagüi (PR),
Ilha do Cardoso (SP),
Juréia - Itatins (SP)
ou
Juatinga (RJ).