O aventureiro alemão Hans Staden é uma das principais fontes de informação
histórica,
principalmente dos hábitos culturais, rotas e acampamentos das populações
indígenas
durante o
Brasil colonial.
Foi membro da tripulação das três embarcações, sob o comando do espanhol Dom Diego de Sanabriaque, as quais em 1550, partiram de Sevilha,
com destino ao Rio da Prata. Naufragaram na altura de Itanhaém
(litoral sul do atual
Estado de São Paulo) e seguiram por terra até São Vicente.
Hans Staden foi contratado por quatro meses para fazer guarda no Forte de São Felipe, na Ilha de Santo Amaro
(veja
Bertioga).
Sob pedido de Tomé de Sousa, primeiro Governador Geral do Brasil, Staden prorrogou sua estada por mais dois anos.